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Perfil do Consumidor: Jack Vasconcelos

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Jack fez história retratando os absurdos do Brasil atual

Por Caio Barbosa

Carnavalesco mais falado dos desfiles de 2018, que levou a Paraíso do Tuiuti a um inédito vice-campeonato com uma apresentação ousada, corajosa e talentosa, Jack Vasconcelos é o Perfil da vez no Alma de Bar.

Jack foi o responsável por dois momentos que entraram para a história da Sapucaí ao colocar o “presidente” Michel Temer como Vampiro e apresentar a ala “manifestoches”, que se referia à parcela da população que adotou, num ato de esquizofrenia coletiva, o pato amarelo criado pela corrupta Fiesp, para protestar contra a corrupção nas ruas.

Aqui no Alma de Bar, nós passamos mais de um ano tentando entender como a Fiesp, logo a Fiesp, pode protestar contra a corrupção. Seria como o Zeca Pagodinho reclamando que a sua Brahma está gelada.

Também custamos a entender onde foram parar os paneleiros que costumavam, com colher e cara-de-pau, amassar suas panelas nas varandas, aos domingos à noite, para suas empregadas desamassarem no dia seguinte.

O carnavalesco Jack, tal como o estripador, mostrou todas estas vísceras no sambódromo, e chegou a hora de mostramos aos seus novos fãs um pouco mais deste grande carnavalesco, de 40 anos, rubro-negro, fã de torresmo e de Marisa Monte.

Esse vampiro não te lembra alguém?

Nome completo:
Jackson Almeida de Vasconcelos.

Onde nasceu:
Madureira e criado em Piedade, no Rio de Janeiro.

Time de futebol:
Flamengo.

Escola de samba:
Tá brincando, né? (risos).

Bebida preferida:
Água tônica.

Tira-gosto preferido:
Isca de frango com molho agridoce.

Biquinho, a pimenta gostosa que não arde

PF preferido:
Bife bem passado, fritas, feijão e farofa. Sem arroz.

Sobremesa:
Pastel de nata.

Uma cerveja:
Eisenbahn Pilsen.

Torresmo ou moela:
Torresmo.

Pastel de quê?
Queijo.

Empada de quê?
Camarão.

O que não come de jeito nenhum?
Dobradinha.

O que não bebe de jeito nenhum?
Mojito.

O que não pode faltar na cozinha?
Pimenta biquinho.

Longa que marcou época com Whoopi Goldberg

Purrinha ou carteado?
Nenhum dos dois.

Tem medo de quê?
Ignorância.

Tem fome de quê?
Educação de qualidade para a população.

Uma superstição:
Não tenho. Tenho manias.

Uma saudade:
Meu avô tinha uma adega na Rua Francisco Sá, em Copacabana, chamada “Bar dos Caixotes”. Era um português (Flamenguista e Vila Isabel) chamado Antônio, de cabeça lisinha e, por este detalhe, o lugar era mais conhecido como Bar do Careca. Vendia vinhos e alguns destilados. O vinho gaseificado de lá era um sucesso e me lembro também dos chicletes de caixinha amarela que ele me dava.

Santo de devoção:
São Jorge. Temos uma relação íntima que dispensa as formalidades protocolares de um devoto clássico.

Orixá:
Airá e Oxum. Não dá pra escolher um só.

Torresmos flagrados no Bar do Momo

Signo:
Touro. Do dia 13 de maio.

Um ídolo:
Meus pais e meus professores. Não dá pra escolher um só, novamente.

Um jogo inesquecível:
Não me lembro a data certa, mas foi um Flamengo x Bangu, no Maracanã. Nos anos oitenta, meus pais me levavam aos jogos. Nessa partida eu, criança, aproveitei o grito da torcida para falar (bradar na verdade) meu primeiro palavrão: “Bangu, vai tomar no c*!”. Descobri o prazer libertador que só um palavrão bem dito é capaz de proporcionar. Foi marcante para mim.

Diversão preferida:
Brincar com meus cachorros.

Música preferida:
Não tenho uma específica. Prefiro citar um gênero: samba de enredo.

Filme inesquecível:
A Cor Púrpura.

Programa de TV:
Irmãos à obra (Property Brothers). Adoro ficar fantasiando minhas casas imaginárias (risos).

Nós também votamos em Eva Green

Livro que mais gostou:
Difícil escolher. Venho de família de livreiros e os livros sempre me acompanharam. Mas vou citar o Histórias Íntimas, da Mary del Priore, que me divertiu muito recentemente.

Ator:
Lázaro Ramos.

Atriz:
Sou apaixonado por Eva Green.

Cantor:
Ney Matogrosso.

Cantora:
Marisa Monte é minha musa, minha deusa. E sou um encantado por Ana Moura.

Um show inesquecível:
“Verdade, uma ilusão”, da Marisa Monte, que assisti no Vivo Rio. Foi a primeira vez que vi um show dela e me marcou profundamente, pois eu evitava vê-la ao vivo por medo de me decepcionar (risos). Mas ela foi perfeita e saí do show convicto de que não tinha desperdiçado meus anos de fã.

O último bar em que esteve:
Vizinhando, em Botafogo.

Sugira um bar para a gente conhecer:
Contemporâneo, na Lapa.

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